Futuro do Trabalho: IA não vai roubar empregos. Vai reescrever todos.
Palestra de 60 a 90 minutos sobre como a IA está mudando — agora, não em 2030 — o que cada pessoa faz no trabalho, como squads se organizam, e quais competências valem 10x mais. Sem alarmismo. Com frameworks aplicáveis.
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Quatro saídas práticas — não inspiração genérica.
O que IA já faz melhor que humano em 2026
Mapa concreto: quais tarefas cognitivas IA generativa e agentes autônomos já executam com qualidade superior, em quanto tempo, com qual custo. E quais tarefas continuam profundamente humanas — e por quê.
Squads humano + IA
Por que squad de 7 pessoas vira squad de 2 pessoas + 5 agentes — e como isso muda hierarquia, métricas e remuneração. Casos reais brasileiros de empresas que já operam assim em 2026.
As cinco competências que valem 10x
Não são prompt engineering. São: julgamento, gosto/discernimento, capacidade de orquestrar agentes, storytelling e conexão humana profunda. O que cada uma significa e como desenvolver em times grandes.
O que líderes precisam parar de fazer agora
Cinco hábitos clássicos de gestão que IA tornou obsoletos — e três novos comportamentos que separam líderes que escalam dos que viram fricção. Aplicável em todos os níveis hierárquicos.
3 cases reais — não slides genéricos.
GitHub Copilot: o experimento documentado
O caso mais bem documentado de IA no trabalho real: como o Copilot mudou produtividade do time da Microsoft e milhões de devs. O que aconteceu com promoções, demissões, satisfação. As lições para outras áreas (jurídico, atendimento, marketing).
Itaú: copilot interno + 100k pessoas
A jornada do maior banco privado do Brasil construindo copilot interno de IA generativa para 100 mil funcionários. Os números, as decisões arquiteturais, e o que dá pra adaptar a empresas menores.
Empresas que erraram a virada
Casos de empresas brasileiras (uma listada, três fechadas) que erraram a virada — adotaram IA cedo demais sem governança, ou tarde demais e perderam talento. As três decisões em comum nos dois lados.
Antes de fechar, geralmente perguntam:
Diferença para a palestra Pense Simples?
Pense Simples é sobre método de simplificação (atemporal). Esta é sobre transformação tecnológica específica (IA) e seus efeitos no trabalho. Empresas costumam contratar as duas em momentos diferentes — Pense Simples pra cultura, Futuro do Trabalho pra preparar a mudança.
Funciona para empresa que ainda não usa IA?
Especialmente para essas. A palestra é desenhada para mover lideranças que ainda observam para lideranças que experimentam — sem ter que apostar tudo. Os primeiros passos sugeridos têm baixo investimento e alto aprendizado.
É técnica?
Não. É estratégica. Foi desenhada para conselhos, C-level, diretoria comercial, RH, marketing e operações. Os exemplos técnicos são contados em linguagem de negócio. Time de TI também aproveita, mas a audiência principal é alta liderança não-técnica.
Pode incluir um workshop pós-palestra?
Sim. Combinação mais pedida: palestra (1h) + workshop 10x com IA (3h) para alta liderança no mesmo evento. O workshop aprofunda em frameworks aplicados — veja /workshop-10x-com-ia. Pacote completo no briefing.
Tempo, formato, investimento?
Padrão: 60-75 min + Q&A. Estendida: 90 min + Q&A 30 min. Funciona presencial, online ou híbrido. Investimento varia — solicite proposta com data, formato e local. Amanda do time responde em 24h.
Quer trazer essa palestra pro seu evento?
Solicite proposta com data, formato e perfil do público. A Amanda do nosso time responde em 24h com valores e disponibilidade.