Palestra de IA para Bancos: o que muda em risco, atendimento e operação até 2027.
Palestra de 60 a 90 minutos para conselhos, board e alta liderança de bancos, fintechs, seguradoras, cooperativas de crédito e instituições financeiras. Casos reais — Itaú, Bradesco, Nubank, BTG — e frameworks aplicáveis na segunda-feira de manhã.
Conte data, cidade, público e objetivo do evento para receber o formato recomendado.

Quatro saídas práticas — não inspiração genérica.
Mapa de IA aplicada ao banco
As cinco frentes onde IA já está dando ROI mensurável em bancos brasileiros: atendimento (chatbots verticais), risco (modelos preditivos), fraud detection, automação de back-office e compliance/KYC. Com números reais.
O que o regulador permite
Resolução 4.943 do BCB, LGPD, Open Finance, sandbox regulatório. O que o conselho precisa saber para aprovar projetos de IA sem virar manchete negativa — e onde está a linha vermelha.
Custo real de não fazer nada
Quanto um banco médio brasileiro está perdendo por mês ao não usar IA generativa em atendimento e operações. Spoiler: não é o custo da tecnologia, é o custo do tempo médio de resposta vs. concorrente que automatizou.
Roadmap de 90 dias
Um plano de 13 semanas que qualquer banco pode rodar começando segunda-feira. Quais squads, quais ferramentas, quais métricas de sucesso, quais riscos mitigar antes de escalar.
3 cases reais — não slides genéricos.
Itaú: copilot interno
Como o maior banco privado do Brasil construiu um copilot interno de IA generativa para 100 mil funcionários — e em 12 meses recuperou tempo equivalente a 8 mil pessoas em produtividade. O que dá pra replicar em bancos médios.
Nubank: machine learning em risco
Por que o Nubank tem aprovação 6x mais rápida que bancos tradicionais e mantém inadimplência menor: o segredo está em modelos de ML rodando sobre dados não-tradicionais (transação, comportamento, dispositivo). E como bancos legacy podem alcançar.
Bradesco: BIA evoluindo
A jornada de 7 anos da assistente BIA — de chatbot rule-based até IA generativa com LLM proprietário. As três decisões arquiteturais que mais impactaram o resultado, e o que outros bancos brasileiros estão fazendo errado ao copiar.
Antes de fechar, geralmente perguntam:
A palestra é técnica? Vou entender se eu não for da área de TI?
Não é técnica. É estratégica. Foi desenhada para conselheiros, CEOs, diretores comerciais, de operações, marketing, RH e risco. Os exemplos técnicos são contados em linguagem de negócio. O time de TI também aproveita, mas a audiência principal é alta liderança não-técnica.
Quanto tempo dura e qual o formato?
Versão padrão: 60 a 75 minutos de palestra mais 15 a 30 minutos de Q&A. Versão estendida: 90 minutos de palestra + 30 minutos de Q&A. Funciona presencial em auditório, online via plataforma do cliente, ou híbrido. Convenções, kickoffs e eventos de board são os formatos mais comuns.
Vocês adaptam o conteúdo para o nosso banco?
Sim — toda palestra inclui briefing prévio de 30 a 45 minutos com a área que está contratando. Customizamos cases, exemplos e setores secundários (varejo bancário, atacado, seguros, cartões, etc.) para o contexto da sua instituição. Sem briefing, a palestra perde 30% do impacto.
Qual o investimento?
Varia por formato (60 vs 90 min), local (capital vs interior), número de eventos (palestra única vs roadshow com várias filiais) e direitos de gravação. Solicite proposta pelo formulário e a Amanda do nosso time responde em até 24h com valores e disponibilidade de agenda.
O Gustavo já palestrou em bancos brasileiros?
Sim, regularmente. Itaú, Bradesco, Santander, BTG Pactual, BB, Caixa, BNDES, Banco Inter, XP, Stone, Cielo, B3, Sicredi, Sicoob — entre outros. Mais de 20 instituições financeiras brasileiras já trouxeram alguma versão dessa palestra.
Quer trazer essa palestra pro seu evento?
Em até 24h a Amanda do nosso time responde com proposta, disponibilidade de agenda e formato sugerido para o seu evento. Sem compromisso e sem pressão.